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Inundação no centro: Intervenção marca os 2 anos da chuva forte em Poços

Dia 19 de janeiro de 2016, uma data que dificilmente vai sair da memória da população de Poços de Caldas, especialmente da dos comerciantes e empresários da área central que foram vítimas da inundação depois de um forte temporal e que causou um prejuízo de mais de R$ 30 milhões. A cheia foi provocada pelo grande volume de água no ribeirão Vai e Volta que corta o centro da cidade.

Intervenção acontece no principal ponto atingido pela inundação – foto arquivo Pocoscom.com, 

Dois anos depois o grupo A Cidade Que Engole Rios realiza a partir das 14h desta sexta-feira um intervenção em um dos locais considerados um dos principais pontos de alagamento, no trecho da Rua Junqueiras, onde o ribeirão foi canalizado e passa por baixo das edificações.

Naquela parede será colocada a mensagem: Aqui vive um rio. A ideia é lembrar que ali por debaixo da rua e prédios, passa um rio que como todos os outros rios tem seus momentos de vazão alta e baixa, que precisa de uma área de várzea para extrapolar suas águas e que não obedece ao espaço restrito que os homens tentaram impor a ele.
Também será exposta uma seleção de fotos da situação do rio que se encontra atrás da porta que faz divisa com o prédio onde funcionava a loja Itapuã uma das mais atingidas pela inundação daquela noite.

A intenção é que o material possa fomentar a discussão sobre a importância que tem a bacia do vai e volta para Poços de Caldas, o que causou a enchente e a forma como o ribeirão, a nascente e as margens vem sendo tratados.
a expectativa do grupo A Cidade Que Engole Rios é pensar junto com os cidadãos e poder público formas de ocupação do espaço que respeite e valorize os rios e a vida que por ele corre.

Serviço
Onde: Rua Junqueiras, na porta do Vai e Volta
Quando: 19/01/2018, das 14 às 18 h.

One thought on “Inundação no centro: Intervenção marca os 2 anos da chuva forte em Poços”

  1. chico says:

    O desenvolvimento tem que ocorrer, mas de forma ordenada e planejada, caso contrário, já vimos que nem nó s na caldeira vulcânica estamos imunes.

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